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Hino da Proclamação da República – Arranjo – Partitura – Grátis

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Este material pertence ao “Projeto Série Hinos do Brasil” da FUNARTE é um material 100% gratuito.

SÉRIE HINOS DO BRASIL – Visite o site: http://www.funarte.gov.br/serie-hinos-do-brasil/

 

sax soprano Bb
saxhorn Eb 1
saxhorn Eb 2
saxhorn Eb 3
barítono Bb 1
barítono Bb 2
tuba Bb
tuba Eb
*piccolo
Flauta
*oboé 1
*oboé 2
*fagote 1
*fagote 2
clarineta Eb (requinta)
clarineta Bb 1
clarineta Bb 2
clarineta Bb 3
*clarineta baixo Bb
sax alto Eb 1
sax alto Eb 2
sax tenor Bb
*sax barítono Eb
trompa F 1
trompa F 2
trompa F 3
trompa F 4
trompete Bb 1 / flugelhorn 1
trompete Bb 2 / flugelhorn 2
trompete Bb 3
trombone 1
trombone 2
trombone 3
trombone 4
bombardino 1
bombardino 2
tuba C
percussão 1 (caixa)
percussão 2 (pratos e bumbo)

LEOPOLDO AMÉRICO MIGUEZ (1850 – 1902)

Nasceu no Rio de Janeiro, em 8 de Setembro de 1850, e faleceu na mesma cidade, em 6 de Julho de
1902. Republicano convicto, inscreveu-se no concurso para a escolha do hino e obteve o primeiro
lugar, entre 29 candidatos. Foi o primeiro diretor do Instituto Nacional de Música, criado após a Proclamação
da República para substituir o Conservatório de Música. Foi grande administrador, além de compositor e
regente. Viajou à Europa, onde visitou conservatórios, recolhendo sugestões para serem aplicadas ao ensino
da música; adquiriu também instrumentos, equipamentos de acústica e livros para o instituto. Ocupou a cadeira
de composição de 1890 a 1896, mas abandonou-a para dirigir o curso de violino. Foi ele o responsável pela
orquestração oficial do Hino Nacional do Brasil, mantida até 1936. Em 1937, o Instituto Nacional de Música
tornou-se Escola Nacional de Música, atualmente Escola de Música da UFRJ.

 

JOSÉ JOAQUIM DE CAMPOS DA COSTA DE MEDEIROS E ALBUQUERQUE (1867 – 1934)

Nascido em Recife, a 4 de setembro de 1867, foi jornalista, professor, político, contista,
poeta, orador, romancista, teatrólogo, ensaísta e memorialista brasileiro. Tornou-se
membro da Academia das Ciências de Lisboa. Tomou parte ativa na propaganda republicana e foi
nomeado, após a Proclamação da República, secretário e mais tarde diretor geral do Ministério do
Interior. Em 1896 e 1897, compareceu às sessões preliminares de instalação da Academia
Brasileira de Letras; foi o fundador da Cadeira número 22, que tem como patrono José Bonifácio,
o Moço. No ano de 1923, tornou-se o sexto presidente da instituição. Faleceu na cidade do Rio
de Janeiro, em 9 de junho de 1934.

 

HISTÓRICO

Com o interesse em adotar um novo hino que substituísse o do Império, os republicanos
promoveram, em outubro de 1898, um concurso para um novo Hino Nacional, que
resultou na escolha da composição de Ernesto Fernandes de Sousa, com versos de Medeiros e
Albuquerque. Tal escolha resultou em inúmeras controvérsias. Depois de 29 inscrições e com quatro
hinos classificados, foi promovida uma nova audição no Teatro Lírico, com a presença do
Marechal Deodoro da Fonseca. Naquela mesma noite de 20 de janeiro 1890, o Ministro do
Interior, Aristides Logos, redigiu um decreto – prontamente referendado por todos os outros
Ministros ali presentes – que conservava e instituía como Hino Nacional a música de Francisco
Manuel da Silva e adotava a de Leopoldo Miguez como Hino da Proclamação da República.

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